
Final de vôlei mundial na China, seleção brasileira de Vôlei Feminino contra a seleção chinesa. Hoje é domingo, dia da preguiça: pela manhã, ligo a tv e, na Band, inicia-se a transmissão do jogo.
Fico admirando a seleção brasileira: Adenízia, Dani, Dani Lins, Fabiana, Fabíola, Jaqueline, Joyce, Mari, Natália, Paula Pequeno, Sheila, Thaisa (espero que não tenha esquecido ninguém; se tiver ocorrido, me perdoem) - a equipe do Zé Roberto. Fico deslumbrado vendo o jogo: os corpos malhados e sarados, ágeis, flexíveis, sem uma grama de gordura, mas sem faltar uma grama sequer de Mulher, olhos extremamente atentos à trajetória da bola e aos movimentos das outras jogadoras. Saltos no ar, braços que sobem, mergulhos no chão buscando a bola, bola subindo, pancada, bola descendo, às vezes rápida, às vezes tão devagar... Céus, que mulheres Maravilhosas!
Termina o jogo, três a zéro Brasil. Não acompanhei o campeonato, fico sabendo que as brasileiras disputavam a medalha de prata. Perderam para o Japão. Para o Japão? Não é possível! Essas mulheres maravilhosas não podem perder para ninguém!
São lindas, encantadoras, repito, Maravilhosas. Representam um Brasil de luta, de treino, de perseverança, de capacidade. De beleza.
De padrão de beleza. Mulheres de corpos perfeitos, esbeltos. Têm uma imagem de que o Brasil pode se orgulhar!
Meus humildes parabéns, mulheres Maravilhosas!

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